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Gabinete de Apoio ao Aluno
por Prof. Teresa Lamy - Domingo, 3 Janeiro 2010, 02:13
 

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Gabinete de Apoio ao Aluno

Ano lectivo 2009/2010

O Gabinete de Apoio ao Aluno da ESMT assume-se como um centro de informação sobre as actividades escolares e um local onde os alunos podem tirar dúvidas sobre aspectos educativos, culturais e de lazer.

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Gabinete de Apoio ao Aluno

Ano lectivo 2009/2010

O Gabinete de Apoio ao Aluno da ESMT assume-se como um centro de informação sobre as actividades escolares e um local onde os alunos podem tirar dúvidas sobre aspectos educativos, culturais e de lazer.

Procura despertar os alunos para a problemática da cidadania e fomentar, em toda a comunidade escolar, a tomada de consciência do exercício dos direitos e deveres.

Pretende ajudar a formar cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários; abertos ao diálogo e à livre troca de ideias; dotados de um espírito crítico e criativo que os torne capazes de transformar, progressivamente, a sociedade em que se inserem.

Objectivos :

  • Promover a educação para a cidadania;
  • Criar um espaço informativo para os alunos;
  • Responder às propostas de actividades dos alunos;
  • Criar mecanismos facilitadores da inserção na vida activa;
  • Colocar à disposição dos alunos toda a documentação relativa ao prosseguimento de estudo;
  • Abrir espaços de debate;
  • Sensibilizar para a prevenção de catástrofes.

O GAA está aberto a todos os alunos que o procurem por iniciativa própria ou que sejam enviados por professores, directores de turma ou outras entidades da comunidade educativa.

Poderão ser analisadas situações de ordem pessoal, familiar ou escolar dos alunos. O GAA procurará, sempre que necessário, encaminhá-los para especialistas das diferentes áreas.

O Gabinete de Apoio ao Aluno funciona no 2º piso, sala 236.

Horário de Atendimento (a partir de 19 de Outubro):

· 2ª feira das 11h10 às 11h55 (prof. Ana Paula Gonçalves)

· 4ª feira das 10h20 às 11h55 (prof. Manuela Paiva)

Professoras responsáveis :

Ana Paula Gonçalves (coordenadora)

Ana Maia

Manuela Paiva

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Plano de Contingência - Gripe A
por Prof. Teresa Lamy - Quarta, 9 Setembro 2009, 17:36
 

Introdução

Apesar da evolução verificada ao longo dos anos no sentido de uma melhoria das condições sociais e de tratamento, hoje completamente diferentes, a história mostra-nos que é necessário agir com rapidez e eficiência, de modo a minimizar o impacto que este novo vírus poderá provocar na saúde das populações. Este novo agente resulta de uma combinação de um vírus humano, aviário e suíno e, como para todos os vírus pandémicos, a população humana tem pouca ou nenhuma imunidade sendo assim altamente patogénico adquirindo capacidade de se transmitir eficaz e continuadamente entre seres humanos. Assim, é importante intervir no sentido de diminuir a probabilidade de contágio.

O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando se fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. 

As escolas são espaços prioritários para a implementação de planos de contingência para a pandemia de gripe, uma vez que pelas suas características, são locais ideais para a disseminação do vírus. São áreas onde se encontram muitas pessoas em simultâneo e cujo funcionamento implica a interacção em grupos, em salas fechadas, onde a partilha de objectos é uma constante e em situações de proximidade. É neste âmbito e de acordo com as orientações da Direcção Geral de Saúde, que a Escola Secundária c/ 3º ciclo de Madeira Torres elaborou um PLANO de CONTINGÊNCIA, que lhe permitirá enfrentar, de modo adequado, as possíveis consequências da mesma, em estreita articulação com as famílias, os serviços de saúde locais e outras estruturas pertinentes da comunidade educativa.

O objectivo do Plano de Contingência é manter a actividade da escola, face aos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente o absentismo de professores e alunos, auxiliares da acção educativa e outros funcionários.

Neste plano procuraremos identificar as medidas necessárias, a sua calendarização, bem como as responsabilidades de cada pessoa dentro da instituição, que devem ser ajustadas aos diferentes cenários de evolução da pandemia, a fim de assegurar que cada um saiba o que fazer em situação de crise, e o que esperar das acções desenvolvidas por si e pelos outros.

Salientamos ainda que este Plano de Contingência poderá ser alvo de reajustamentos, de acordo com o quadro de referências, que se prevê dinâmico, quer ao nível da informação disponível, quer dos acontecimentos. 

1 – Coordenador e Equipa Operativa

A Coordenação global do Plano será assumida pelo Órgão de Gestão da Escola devidamente apoiado por uma Equipa Operativa em articulação com o Centro de Saúde de Torres Vedras, bem como com os pais dos respectivos alunos e outras entidades pertinentes.

Coordenador

  • Directora da Escola Secundária c/ 3º Ciclo de Madeira Torres, Rita Sammer..

Equipa Operativa

  • Coordenação: Adjunta da Directora, Ana Silva

  Adjunto da Directora, Artur Costa

  • Coordenadora do Projecto Educação para a Saúde: Teresa Morais
  • Apoio Informático: Artur Reguengo
  • Gabinete de Comunicação: Teresa Lamy

2 – Cadeia de Comando e Controlo

A Cadeia de Comando e Controlo define a liderança e coordenação em situação de pandemia de gripe. Ela tem autoridade para tomar decisões e actuar em conformidade a todos os níveis de intervenção. A seguir indicam-se os papéis dos responsáveis de cada sector que, na ausência dos mesmos, deverão ser desempenhados pelos respectivos substitutos sob supervisão do coordenador. 

2.1.1 - Competências

A Coordenadora Geral deve implementar e coordenar todas as acções implícitas no Plano de Acção da Equipa Operativa em articulação com as actividades externas. É também da sua competência:

  • A implementação das medidas que o Delegado de Saúde vier a aconselhar. O contacto com a DRELVT em caso de elevado absentismo, e implementação das directivas emanadas por este organismo;
  • Ordenar o fecho da escola, de acordo com as recomendações das entidades competentes.

A equipa operativa deve planear, executar e controlar em articulação com as entidades externas, todas as actividades previstas no Plano de Contingência.

É da responsabilidade do coordenador da equipa operativa, e na sua ausência de qualquer elemento do Gabinete da Directora, estabelecer:

  • O contacto com a linha 24 (808 24 24 24) no caso de suspeita de alunos com gripe.
  • O contacto com os Encarregados de Educação, no caso de suspeita de alunos com gripe.
  • Monitorização pela coordenadora do PES do cumprimento das medidas de higiene do ambiente escolar.

A equipa pedagógica estabelece canais de comunicação que veiculem informação actualizada com os alunos (Directores de Turma), professores (Coordenadores de Departamento) e Directores de Turma (Coordenadores dos Directores de Turma).

A chefe dos serviços de administração escolar identifica as actividades prioritárias no seu sector e organiza o serviço em conformidade. Monitoriza as faltas ao serviço dos funcionários docentes e não docentes e mantém o coordenador da equipa operativa informado do número de faltas por motivo de gripe.

A encarregada dos assistentes operacionais de apoio à docência e serviços gere os recursos humanos do respectivo sector, assegura-se que os funcionários cumprem as medidas de higiene definidas no plano, bem como o acompanhamento dos alunos à sala de isolamento.

Relativamente ao refeitório, a sua responsável, em articulação com a empresa, deverá gerir os recursos humanos do respectivo sector, e assegura-se, junto dos diversos fornecedores, da continuidade do fornecimento dos géneros alimentares.

No que diz respeito ao bar, a responsável, em articulação com a encarregada dos assistentes operacionais, deverá assegurar-se, junto dos diversos fornecedores, da continuidade do fornecimento dos géneros alimentares, bem como da gestão dos recursos humanos.

No caso de ausência de um elemento responsável, este deverá ser substituído por outro nomeado pela Directora da Escola.

3 – Actividades Essenciais e Prioritárias

Na fase pandémica da actividade gripal é previsível que surjam casos de profissionais ou alunos doentes, com possível comprometimento da vida da escola devido ao absentismo daí decorrente. 

No quadro seguinte definimos as condições mínimas para assegurar o funcionamento da Escola, perante um cenário de elevado absentismo dos professores e funcionários.

Direcção da Escola

2 ou 3 (dependendo do período)

Equipa de limpeza

6 + 1 (piquete diurno)

Bar

3

Cantina

6

Portaria

1 

PBX

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